Brasília-DF,
21/SET/2017

Veja na coluna Eu vi a imprecisão no envelhecimento dos personagens nas novelas

Confira também o nossa homenagem ao Dia dos Professores

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Vinicius Nader Publicação:16/10/2016 06:22
Claudia Abreu, Reynaldo Gianecchini, Chay Suede e Isabelle Drummond  vivem Helô e Pedro em fases diferentes da trama. (Globo/Ramón Vasconcelos)
Claudia Abreu, Reynaldo Gianecchini, Chay Suede e Isabelle Drummond vivem Helô e Pedro em fases diferentes da trama.


Emoções em fase
Em família, Império, Velho Chico, Avenida Brasil, Amor à vida, Babilônia e A lei do amor. Além de serem todas novelas das 21h da Globo dos últimos 10 anos, elas têm outra coisa em comum: a famigerada divisão em várias fases. Espécie de prólogos da trama, elas são desnecessárias como em Amor à vida, extensas como a de Em família e melhores do que a novela em si, como em Império. Fora que os erros de escalação acabam falando alto.
 
A lei do amor não foge à regra. A primeira semana foi ambientada 20 anos atrás e teve vários problemas. Alguém aí sabe o segredo da juventude de Vera Holtz e Tarcísio Meira, que não envelheceram nem uma ruga ao passo que Isabelle Drummond virou Cláudia Abreu e Chay Suede (como faz primeira fase esse menino!), Reynaldo Gianecchini? O pior dos problemas da primeira fase talvez seja: precisava mesmo quatro capítulos para contar um desencontro amoroso resumido em uma cena pelo personagem de Tarcísio Meira ao pedir perdão ao de Gianecchini? O público não é mais besta: A lei do amor pegou uma audiência boa de Velho Chico, mas não manteve os números.
 
No mais, a trama de Maria Adelaide Amaral ainda não engrenou — tem tudo para agradar: elenco bom (Vera Holtz inspiradíssima, por sinal!), história boba (alguém aí ainda não sabe o final?), mas bem escrita e trilha sonora muito eficiente. Fases melhores virão!
 
Aos mestres
Ontem foi Dia dos Professores. As comemorações me fizeram lembrar de A escolinha do Professor Raimundo, que ganhou nova leva de episódios inéditos no Viva e, a partir de hoje, será vista na Globo. As lições de humor de Chico Anysio foram bem aprendidas pela turma liderada por Bruno Mazzeo que ainda conta com nomes como Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Marcius Melhem e os impagáveis Marcos Caruso e Mateus Solano. Outros mestres da ficção marcaram minha história na tevê. Helena de Carrossel, Clotilde de O salvador da pátria (essa marcou a carreira de Maitê Proença também) e, vá lá!, o professor Girafales de Chaves que eu tinha que ver porque a tevê era uma só e meu irmão adorava. A todos eles, feliz Dia dos Professores atrasado!

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