Brasília-DF,
18/AGO/2017

Jô Soares e Grazi Massafera foram os nomes de 2016 na tevê aberta

'The voice kids', 'A lei do amor', 'Nada será como ante's e 'Justiça' foram alguns dos destaques do ano

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Vinicius Nader Publicação:25/12/2016 06:15Atualização:23/12/2016 18:33
Jô Soares e Grazi Massafera foram os maiores destaques do ano (Reprodução/Internet)
Jô Soares e Grazi Massafera foram os maiores destaques do ano

Entre chegadas e despedidas, a tevê aberta vai deixando 2016 para trás. O ano trouxe poucas novidades revolucionárias, algumas reafirmações, uma grande despedida e não ficou livre das decepções. O TV+ lembra o que foi notícia neste ano nas novelas, programas de auditório e de humor e nos reality shows.
 
O ano começou com um anúncio que pegou muita gente de surpresa: o Programa do Jô teria a última temporada. No derradeiro ano, Jô se esmerou e, nessa reta final, recebeu nomes como Ziraldo, Joaquim Barbosa, Fernanda Montenegro e João Carlos Martins. Difícil foi segurar as lágrimas quando ele entrevistou Roberto Carlos.
 
Ainda no início do ano, também não foi fácil não se emocionar com os meninos que soltaram a voz no The voice kids. Sob o comando de Ivete Sangalo, Victor & Leo e Carlinhos Brown, as crianças esbanjaram talento. A fofa Rafa Gomes foi uma das convidadas do especial de Roberto Carlos deste ano.
 
As atrizes Grazi Massafera e Bruna Marquezine também deram o que falar e se reafirmaram como nomes que devem estar em voga nas próximas produções da Globo. Grazi brilha como Luciane de A lei do amor. Debochada, ela rouba a cena quando aparece. Bruna também não fez feio. O nome dela esteve várias vezes entre os mais comentados das redes sociais neste fim de ano. Por causa do talento, sim. Mas especialmente pelas cenas sensuais que protagonizou como a Beatriz de Nada será como antes. Chamou mais atenção do que o próprio seriado, que não decolou.
O ano teve 'Justiça' como um dos melhores programas (Globo/Divulgação)
O ano teve 'Justiça' como um dos melhores programas
Na teledramaturgia, o destaque foi para a minissérie Justiça, escrita por Manuela Dias e dirigida por José Luiz Villamarim. Com texto acima da média, trilha sonora precisa, direção inspirada e atuações brilhantes de nomes como Adriana Esteves, Enrique Diaz, Debora Bloch e Jesuíta Barbosa, a atração inaugurou uma tendência da Globo de adiantar capítulos via internet, estratégia também adotada em outras produções ao longo do ano.
 
Este ano foi também de crescimento para Rodrigo Faro, que começou 2016 meio tímido, foi crescendo e terminou batendo a audiência da Globo no último fim de semana do Campeonato Brasileiro de futebol e na final do quadro Dança dos famosos, do Domingão do Faustão.

Decepções

Duas aguardadas estreias decepcionaram em 2016: os late shows Programa do Porchat, na Record, e Adnight, programa solo de Marcelo Adnet na Globo. Com a mesma proposta de incluir humor e entrevista no mesmo pacote, as atrações não agradaram. Adnet até conseguiu emplacar a segunda temporada do programa, mas faltou empolgar.
 
Se com Justiça, a Globo conseguiu inovar e agradar, o mesmo não aconteceu com Supermax. O argumento do fictício reality show que se passa na Floresta Amazônica era frágil e confuso. O desfecho não gerou nenhuma expectativa. Apenas os efeitos especiais salvaram.
 
A Band tem que abrir o olho: a quantidade de edições do MasterChef e adjacências exibidas por ano está desgastando o formato. Em 2016 foram duas temporadas de quase quatro meses cada: uma convencional, no primeiro semestre, e uma estreia, a do MasterChef Profissionais, no segundo. Basta dizer que o programa de gastronomia só esquentou quando o tema foi machismo. Dos pratos, pouco se falou.
 
Medalha de ouro....
A cobertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro foi um show à parte na tevê aberta. Globo e Band se desdobraram e contrataram comentaristas de vários esportes: dos tradicionais vôlei e futebol a modalidades menos conhecidas, como ginástica e vela. As cerimônias de abertura e encerramento também tiveram boa cobertura.

...E de latão
Acabaram as olimpíadas e vinha a promessa de dar a mesma atenção aos jogos paralímpicos. Mas não foi o que aconteceu. Pouco espaço até mesmo nos noticiários nacionais. Jogos transmitidos, então... Nem pensar!

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