Brasília-DF,
20/NOV/2017

Filme Repare Bem retrata dor de militante brasileira ao longo de sua vida

O primeiro filme dirigido pela atriz portuguesa Maria de Medeiros é superemotivo e narrado em tom documental

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Yale Gontijo Publicação:23/08/2013 06:02Atualização:22/08/2013 17:14
 (Instituto Via Br/Divulgação)
A brasileira Denise Crispim perdeu muito: um irmão, o marido e a própria nacionalidade durante a ditadura militar. Era militante e tinha 20 anos quando se apaixonou e engravidou de Eduardo Leite, o Bacuri, um dos guerrilheiros urbanos mais atuantes no Brasil nos anos 1960. Eduardo foi torturado e morto pelos militares nos porões, em um processo cruel, classificado pelo grupo Tortura Nunca Mais como o "drama mais terrível de todos os casos conhecidos de crime político da ditadura".

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O primeiro filme dirigido pela atriz portuguesa Maria de Medeiros (Pulp Fiction: tempo de violência) é superemotivo e narrado em tom documental. Repare bem não incorre no erro das distrações, dos enxertos de imagens ou dos depoimentos exógenos. A trajetória de três mulheres (a mãe de Denise também foi presa pela ditadura) é toda emoção. Sentimento puro de quem tem coragem de narrar a experiência com o terror de Estado.

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