Brasília-DF,
18/DEZ/2017

Apesar de vampiros, Os instrumentos mortais não é o novo Crepúsculo

Ao contrário de Crepúsculo, os adolescentes são convincentes e não enfrentam com naturalidade situações que seriam no mínimo inusitadas, como uma luta com um grupo de vampiros

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Olívia Florência Publicação:23/08/2013 06:03Atualização:23/08/2013 16:38
Clary (à direita) e Simon, a dupla que desvenda um mundo sobrenatural: enredo batido com nuances diferentes (Paris Filmes/Divulgação)
Clary (à direita) e Simon, a dupla que desvenda um mundo sobrenatural: enredo batido com nuances diferentes
Apesar de ser um outro filme com vampiros, anjos, demônios, lobisomens e, bem, “caçadores das sombras”, dentro de centenas (senão milhares) de longas com temática semelhante, Os instrumentos mortais: cidade dos ossos contribui com elementos novos. Em resumo, não precisa ter medo: o filme não é um novo Crepúsculo. Claro que a série de livros Instrumentos mortais só existe por causa de franquias como Harry Potter e, mais recentemente, Jogos vorazes. É mais um filme a explorar o enredo de batalha épica entre o bem e o mal, mas usa bem o tema e entretém.

Todos os elementos do filme, (incluindo a atração instantânea de Clary por um dos caçadores) não parecem forçados. Ao contrário de Crepúsculo, os adolescentes são convincentes e não enfrentam com naturalidade situações que seriam no mínimo inusitadas, como uma luta com um grupo de vampiros. Pelo contrário: quando são atacados, eles correm para debaixo de uma mesa e continuar lá até o fim da luta, momento em que os caçadores de sombras (treinados para cair na briga) indicam uma rota de fuga.

Confira o trailer do filme "Os instrumentos mortais: cidade dos ossos"
 

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