Brasília-DF,
15/DEZ/2017

Círculo de fogo deve agradar a quem aprecia filmes com efeitos de computação

A imaginação é fértil e não existe pudor para o uso da tecnologia empregada na narrativa de 131 minutos

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Yale Gontijo Publicação:29/08/2013 06:00Atualização:28/08/2013 16:46
Círculo de fogo: saga da luta de guerreiros robôs de última geração com alienígenas saídos do mundo virtual (Warner/Divulgação)
Círculo de fogo: saga da luta de guerreiros robôs de última geração com alienígenas saídos do mundo virtual

Guerreiros robôs de última geração digladiam contra enormes alienígenas saídos de um portal paralelo que liga dois mundos. A imaginação é fértil e não existe pudor para o uso da tecnologia empregada na narrativa de 131 minutos em que batalhas colossais são decididas em lances de sorte e bravura. Escaneado assim, a ficção Círculo de fogo, atualmente em cartaz, lembra um Godzila atualizado, com resultado visual suficiente para agradar à geração acostumada a abundantes efeitos de computação gráfica. Mas o melhor mesmo deste filme é analisar seu enredo.

Há muito tempo o cinema de entretenimento não nos entregava um filme de robôs versus monstros gigantes e, por isso, é motivo de alegria para fãs da cultura nerd. O cineasta e roteirista Guilhermo Del Toro, confesso admirador de cultura nerd, já mostrou vocação para representá-la em filmes como O labirinto do fauno (2006) e na série baseada nos quadrinhos Hellboy (2004 e 2008). Não por acaso, a película foi lançada primeiro na conferência Comic-Con deste ano. A Comic-Con é a maior feira mundial de produtos nerds do mundo.

Confira o trailer do filme



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