Brasília-DF,
26/JUL/2017

Diretor Jean-Pierre Améris revisita o romance clássico O homem que ri

A premissa de Victor Hugo também inspirou outros personagens do cinema e da literatura - vide o Coringa, de Batman - O cavaleiro das trevas

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Publicação:25/10/2013 06:03Atualização:24/10/2013 16:01
Gwynplaine (Marc-André Grondin): seu sorriso-cicatriz lhe rende fama após criar uma peça (Europa Filmes/Divulgação)
Gwynplaine (Marc-André Grondin): seu sorriso-cicatriz lhe rende fama após criar uma peça

O francês O homem que ri é a quarta adaptação de romance homônimo do escritor Victor Hugo, publicado originalmente em 1869. Na Inglaterra do fim do século 17, o Gwynplaine é um homem que teve o rosto desfigurado e, agora, parece sorrir o tempo inteiro. A premissa de Hugo também inspirou outros personagens do cinema e da literatura — vide o Coringa, de Batman — O cavaleiro das trevas.

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No enredo, Ursus abriga dois órfãos perdidos numa tempestade de inverno: Gwynplaine e Déa, uma garota cega. Eles criam um espetáculo em que Gwynplaine, já adulto, é a estrela principal. Ele cativa o público com seu sorriso aos poucos, até se tornar uma celebridade, mas se distancia de Déa e Ursus, as únicas pessoas que o amavam sem pedir nada em troca.

A revisitação do clássico tem direção de Jean-Pierre Améris, que teve sua última estreia no Brasil em 2011, com o simpático Românticos anônimos.

Confira o trailer do filme

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