Brasília-DF,
20/NOV/2017

Kristen Wiig interpreta mulher na faixa dos 30 envolta em decepções

O longa "Minha vida dava um filme" conta a história de uma escritora que tem que administrar, ao mesmo tempo, o desemprego, o término do relacionamento e a volta para a casa da mãe

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Olívia Florência Publicação:08/11/2013 06:03Atualização:08/11/2013 08:22

O problemas de Imogene (Kristen Wiig) a fazem ser mais compreensiva com a mãe, Zelda (Annette Bening)
 (Paris Filmes/ Divulgação)
O problemas de Imogene (Kristen Wiig) a fazem ser mais compreensiva com a mãe, Zelda (Annette Bening)

Kristen Wiig é uma comediante e integrou o Saturday night live, famosa atração norte-americana. A atriz entrou no rol de humoristas com timing e atuação bons, graças ao divertido Missão madrinhas de casamento (2011), que fala do drama de uma mulher frustrada na faixa dos 30. Dois anos depois, Wiig volta no longa Minha vida dava um filme, estreia nesta sexta-feira (8/11), como (ironicamente) outra mulher na faixa dos 30 envolta em decepções.

Mas, desta vez, a expectativa de que ela poderia representar garantia de boas risadas em filmes divertidos cai por terra. A fita conta a história da escritora Imogene (Wiig), que, subitamente, tem que administrar, ao mesmo tempo, o desemprego, o término do relacionamento e a volta para a casa da mãe (Annette Bening). Enquanto perde o chão, a protagonista é obrigada a ser mais compreensiva com sua família.



Apesar do bom elenco, que inclui Matt Dilon e o novato Darren Criss, Minha vida… é um amontoado de momentos absurdos que só tem um objetivo em comum: criar empatia com a trágica situação da balzaquiana. E funciona: é impossível não se sensibilizar com tantas adversidades na vida da personagem, mas falta o fator comédia num filme que se projeta como tal.

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