Brasília-DF,
23/AGO/2017

Dirigido por uma brasiliense, Morro dos Prazeres mostra relação entre PM e favela

Maria Augusta Ramos usa a câmera fixa como uma observadora da relação da polícia militar e dos moradores da comunidade do Morro dos Prazeres

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Publicação:20/12/2013 06:09
A brasiliense Maria Augusta Ramos retrata o cotidiano de comunidade no Rio (Nofoco Filmes Produções Cinematográficas LTDA/Divulgação)
A brasiliense Maria Augusta Ramos retrata o cotidiano de comunidade no Rio

O rigor formal de Morro dos Prazeres serve como uma pista para a interpretação do próprio filme. A direção da brasiliense Maria Augusta Ramos usa a câmera fixa como uma observadora da relação da polícia militar e dos moradores da comunidade que dá nome ao filme. Há um certo desconforto ao se tomar par de situações vividas no cotidiano da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) construída no topo da comunidade que dá nome ao filme, uma das favelas do Rio de Janeiro onde o novo programa de segurança pública do estado está em funcionamento há um ano.

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O longa é um anticlímax do ciclo do cinema de favela: sem tiros nem teses sociológicas, entrega ao espectador o verdadeiro incômodo de uma película linear. É considerado o encerramento da trilogia iniciada com Justiça (2004) e Juízo (2007), excelentes dramas judiciários brasileiros, ambos dirigidos por Augusta.

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