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25/JUL/2017

'O hobbit: A desolação de Smaug' arrecada US$ 600 milhões em duas semanas

No filme, Bilbo Bolseiro, Gandalf e um grupo de anões seguem em missão até a Montanha Solitária, antigo lar dos anões, para retomar o domínio do dragão que os expulsou

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Paula Bittar, Especial para o Correio Publicação:03/01/2014 06:02
O segundo filme da saga O Hobbit confirma o sucesso de bilheteria em apenas duas semanas. (Warner Bros/Divulgação)
O segundo filme da saga O Hobbit confirma o sucesso de bilheteria em apenas duas semanas.

O hobbit: A desolação de Smaug mostra a força da obra J.R.R. Tolkien. Com apenas duas semanas em cartaz nos cinemas mundiais, a continuação arrecadou US$ 600 milhões ao redor do mundo. No Brasil, dois milhões de pessoas assistiram à sequência.

O segundo filme da saga manteve Peter Jackson na direção do longa. Os mais atentos às primeiras cenas, inclusive, conseguiram ver uma rápida participação do diretor.

Em A desolação de Smaug, Bilbo Bolseiro, Gandalf e um grupo de anões seguem em missão até a Montanha Solitária, antigo lar dos anões, para retomar o domínio do dragão que os expulsou, personagem que dá nome ao filme, Smaug.


Até os fãs sentiram certa dificuldade para entender alguns diálogos, tanto pela grande quantidade de informação quanto pelos detalhes esquecidos desde o último filme. Mas, a qualidade da produção preenche as lacunas e deixa o público curioso para o desfecho prometido para o ano que vem.

No primeiro filme, as longas cenas incomodaram muito. A sensação de que o tempo na Terra Média passava de maneira bem morosa passou longe da continuação que recentemente estreou. O dinamismo comandou a sequência, o que deixou os mais fanáticos muitas vezes sem conseguir respirar pelas mudanças bruscas nos jogos de cena.

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