Brasília-DF,
18/DEZ/2017

Chris Pine abraça o papel de agente da CIA em 'Operação Sombra: Jack Ryan'

No filme, a Rússia é rejeitada enquanto país e definida como o oeste selvagem, %u201Cuma corporação%u201D que aceita o trânsito de informações privilegiadas

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Ricardo Daehn Publicação:07/02/2014 06:03
Chris Pine se repete ao viver agenda da CIA	em formação (Paramount Pictures/Divulgação)
Chris Pine se repete ao viver agenda da CIA em formação

O estímulo do grupo de punk rock Pussy Riot para que o presidente americano Barack Obama descasque o russo Vladimir Putin, publicamente, por desmandos e abusos contra os direitos humanos, traz maior coerência para Operação Sombra: Jack Ryan existir. Explica-se: no filme, a Rússia é rejeitada enquanto país e definida como o oeste selvagem, “uma corporação” que aceita o trânsito de informações privilegiadas como algo normal.

Em debates na ONU, indícios de uma Segunda Grande Depressão são rastreados pelo analista econômico Ryan (Chris Pine), num papel que persiste, desde os anos 1990, em títulos como Caçada ao Outubro Vermelho e Jogos patrióticos.


Assumindo personagem que já foi de Alec Baldwin, Harrison Ford e Ben Affleck, Chris Pine abraça o papel de agente da CIA em formação, sob a aba de William Harper (Kevin Costner). Além de atritos domésticos com Cathy (Keira Knightley), Ryan terá pela frente um efeito dominó de clichês: perseguição de carros; um vilão amante da música clássica e de arte (além dos excessos de vodka), feito pelo próprio diretor do filme, Kenneth Branagh, e uma nada turística passagem por Moscou.

Depois de uma primeira cena de ação inspirada, Operação Sombra definha. Além de apresentar um segundo vilão sem personalidade, fica difícil engolir a simplória ameaça russa.

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