Brasília-DF,
25/JUN/2017

Robcop trata sobre politica exterior norte-americana e criação de herói

Samuel L. Jackson abre o filme com interpretação de uma caricatura do comunicador da direita dos Estados Unidos

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Yale Gontijo Publicação:21/02/2014 06:01Atualização:20/02/2014 13:29

Novo filme de José Padilha discute o combate ao crime e à política externa dos EUA
 (Sony Pictures/Divulgação)
Novo filme de José Padilha discute o combate ao crime e à política externa dos EUA

Há um misto de Guerra ao terror, de Kathryn Bigelow, e Aqui Agora, o televisivo apresentado por Gil Gomes nos idos de 1990, no novíssimo filme Robocop. O ator Samuel L. Jackson abre o filme com interpretação de uma caricatura do comunicador da direita norte-americana, em sátira ao canal republicano Fox News.

O apresentador Pat Novak é um míssil teleguiado pela coorporação de Raymond Sellars (Michael Keaton), industrial interessado em derrubar o bloqueio do congresso americano ao uso de drones dentro do território norte-americano. Para tanto, o magnata dos dispositivos bélicos tem a “grande ideia” de inserir o amputado policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) dentro de uma de suas máquinas.


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Ao contrário do que acontecia no exoesqueleto de Homem de Ferro, Murphy corresponde à consciência do robô, à sua humanidade, mas não pode se livrar de seu corpo sintético bolado pelo Dr. Dennett Norton (Gary Oldman) — único a parecer se importar com a monstruosidade que se está criando.

O espectador precisa lidar com todas essas questões acontecendo ao mesmo tempo. Um filme sobre política exterior norte-americana e sobre a criação de um Frankenstein disposto a combater o crime.

O brasileiro José Padilha tratou os sentimentos do protagonista com imensa assepsia estética e de linguagem.

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