Brasília-DF,
16/DEZ/2017

No longa Um conto do destino, atores trabalham com roteiro cheio de fantasia

É bom ressaltar que, no filme, a abstração salta aos olhos: há teses de que pessoas se tornam estrelas e tudo se conecta pela luz

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Ricardo Daehn Publicação:21/02/2014 06:02Atualização:20/02/2014 13:45
Colin Farrell e Jessica Brown Findlay em cena de Um conto do destino  (Warner/Divulgação)
Colin Farrell e Jessica Brown Findlay em cena de Um conto do destino

Lançado há 30 anos, o best-seller de Mark Helprin, Winter’s Tale, ganha versão para as telas, em produção de US$ 57 milhões, e, novamente, criando espaço nas vendas de livros para relativo protagonismo de Helprin. Produtor de filmes como Hancock e corroteirista de Eu sou a lenda, Akiva Goldsman estreia como diretor em trama que foge aos padrões, tendo como suporte Milagres, um inteligente cavalo alado, e um bebê (depois de crescido, vivido por Colin Farrell) mandado a Nova York por meio de um barquinho de maquete.

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É bom ressaltar que, no filme, a abstração salta aos olhos: há teses de que pessoas se tornam estrelas e tudo se conecta pela luz. Ressalva feita, o lado mais positivo: luminosa, Jessica Brown Findlay (de Downton Abbey) gera interesse como a mocinha Beverly Penn, à espera da morte por tuberculose. Há química, inegável junto a Farrell, mas, em nada, é duradoura. É dos casos em que o roteiro massacra qualquer boa intenção.
 

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