Brasília-DF,
18/DEZ/2017

Jason Reitman trata de temas polêmicos em filme com Kate Winslet e Josh Brolin

Feito um teste de nervos, o roteiro deposita enorme força no fugitivo Frank (Josh Brolin), que tem chances de saciar a "fome por um toque humano"

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Ricardo Daehn Publicação:14/03/2014 06:02Atualização:13/03/2014 15:07
Filme com Kate Winslet e Josh Brolin trata de temas polêmicos, como violência sexual (Dale Robinette/Paramount Pictures)
Filme com Kate Winslet e Josh Brolin trata de temas polêmicos, como violência sexual

“Ela amava amar” é um dos comentários gerados, na trama, pela protagonista do filme Adele (Kate Winslet, esnobada pelo Oscar). Abstraído o título de gosto muito duvidoso, o longa fortalece a imagem do diretor Jason Reitman (Obrigado por fumar e Juno).

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Esqueça a presumida leitura de autoajuda que poderia impulsionar a mãe Adele, um poço de carência e insegurança, que não desgruda de um clássico manual destinado à vida singela defendida pelos autores Helen e Scott Nearing.

Na base da ternura e de um inusitado humor, Reitman administra tratado de intimidade acalentado por uma “prisioneira” da vida.

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Adele tem um filho (o sensacional Gattlin Griffith, de A troca) esforçado para, em meados dos anos 1980, compensar as faltas para a mãe que, outrora, feliz, até dançava rumba.

Feito um teste de nervos, o roteiro deposita enorme força no fugitivo Frank (Josh Brolin), que, infiltrado na casa de Adele, tem chances de saciar a “fome por um toque humano”. Anseios sexuais, condenação de preconceitos e um rito de passagem são bônus da honesta fita de Reitman.
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