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18/DEZ/2017

Estreia da nova franquia de Capitão América bate recorde nos Estados Unidos

Sequência do filme alimenta a expectativa em torno de Os vingadores 2

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Ricardo Daehn Publicação:10/04/2014 07:00Atualização:10/04/2014 11:17

A presença de Robert Redford, ícone dos politizados filmes setentistas, acentua o realismo da trama de Capitão América %u2014  Soldado Invernal
 ( Walt Disney/Divulgação)
A presença de Robert Redford, ícone dos politizados filmes setentistas, acentua o realismo da trama de Capitão América %u2014 Soldado Invernal

No mais do que rentável universo dos filmes de super-heróis, que culminou no US$ 1,5 bilhão arrecadado por Os Vingadores (2012), Capitão América — Soldado Invernal parece estabelecer um novo patamar. Se custou US$ 170 milhões; em menos de cinco dias de exibição no exterior, o dobro do investimento já foi alcançado, no cômputo de US$ 308 milhões. Mais do que isso referenda a trama que une o reanimado soldado Steve Rogers (Chris Evans) e a Viúva Negra de Scarlet Johansson, desde já escalados para o Capitão América 3, a ser conferido em 2016. O diferencial maior — e, um feito e tanto para os mesmos diretores da cômica Community (leia-se os irmãos Joe e Anthony Russo) — é manter, em meio à maré de superpoderes, o pé no chão. Tanto que o filme ganhou o tratamento de thriller político, ao lado de estouros como A soma de todos os medos (2002) e Inimigo do Estado (1998). Em menos de uma semana de exibição, aliás, já é simplesmente o oitavo do ranking, de todos os tempos, em lista que inclui Força Aérea 1 (1997).

 


Em carne e osso, retratado no cinema, Capitão América suscita interesse, por diferentes atrativos. Baixista de uma banda de hardcore, o gaúcho Eduardo da Camino não deixa passar nem detalhes, como os “teminhas bacanas” da trilha sonora do mesmo autor das músicas de X-Men: Primeira classe e Kick-Ass Henry Jackman. Aos 37 anos, não vê nada de peculiar no gosto pelo longa de super-herói. “É um filme de ação de um homem que trabalha para uma agência do governo. Na nova mídia, para os heróis, implantada com mais força há uns 10 anos, a gente renova o carinho de aficionado por essas histórias”, opina. Leitor de quadrinhos desde a adolescência, o músico percebe a riqueza cinematográfica do cruzamento entre linguagens: “Há uma transposição tão boa que, mesmo para quem não é iniciado nos gibis, traz interesse. Aliás, inclusive nem precisa ter assistido ao filme anterior para acompanhar.”

“Tenho excelente expectativa pela estreia. No que vi pelo trailer e pelas sinopses que tenho lido na internet, acho que tem chances de ser tão bom quanto Os Vingadores”, aposta. Enquanto parou de colecionar gibis, “por questão de orçamento e pelo fato de as histórias estarem repetitivas”, Eduardo ressalta a tática empreendedora dos produtores, que se repete no enredo do supersoldado que dá ordens para muitos dos companheiros da Marvel: o elemento “continuidade”. “É uma das razões de todo o sucesso, mesmo nos gibis dos anos de 1960. Os heróis dialogam, cada um em seu gibi, e houve a inteligência de juntar os pontos disso, construindo um verdadeiro universo”, diz.

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