Brasília-DF,
20/NOV/2017

'Eu, mamãe e os meninos' aborda a complexa relação entre mãe e filho

Uma mãe, um jovem e várias tias. Esta é a premissa para confusões neste longa divertido e cheio de empatia.

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Ricardo Daehn Publicação:09/05/2014 06:03Atualização:09/05/2014 14:00
A atuação de Guillaume Gallienn na comédia francesa lhe rendeu o César de melhor ator. (LGMProductions/Divulgação)
A atuação de Guillaume Gallienn na comédia francesa lhe rendeu o César de melhor ator.
Recentemente integrado ao Festival Varilux de Cinema Francês, o longa Eu, mamãe e os meninos repercutiu positivamente para o protagonista, Guillaume Gallienne, especialmente na França, onde foi vencedor do prêmio César de melhor ator. A fita também foi escolhida como melhor filme.

Astro, diretor e roteirista da recém-lançada comédia, ele é muito carismático e cria alta empatia com a plateia. Mais do que isso: apesar de o roteiro apontar para a previsibilidade, com sua mão de one man show, Gallienne dá a volta por cima.

Criado entre tias e sob asas da mãe, Guillaume (batizado tal qual o ator central) sabe perfeitamente corresponder a gestos e comportamentos menos brutos. Bom ator, ele ganha a narrativa expondo o sufocamento familiar e, ao mesmo tempo, dá relevo à desesperada fuga de não corresponder às expectativas criadas em torno de si.

Guillaume foge das atividades físicas, gosta demais de divas e não escapa das gozações derivadas. No duplo papel, (ele é a mãe, claro) supera o nível da graça em cenas como a da tentativa desenfreada de o francês enforcar o banho e do desastroso processo de seleção para o engajamento em um pelotão militar. Atriz de peso na filmografia de Eric Rohmer, a argelina Françoise Fabian, com a alemã Diane Kruger, faz a diferença no elenco.

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