Brasília-DF,
22/OUT/2017

Comédia 'Uma juíza sem juízo' mostra as aventuras de uma profissional solteira

Esse é o caso de Uma juíza sem juízo, exibido como uma das atrações mais descontraídas do mais recente Festival Varilux do Cinema Francês

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Publicação:27/06/2014 06:01Atualização:01/07/2014 10:12
 Sandrine Kimberlaine conquistou a crítica francesa no papel de uma juíza alcoólatra
Sandrine Kimberlaine conquistou a crítica francesa no papel de uma juíza alcoólatra

Ator de filmes como Na mira do inimigo, Paris e Irreversível, o astro Albert Dupontel tem como tradição encontrar espaço para si em algum personagem de longas em que ele também esteja na direção. Esse é o caso de Uma juíza sem juízo, exibido como uma das atrações mais descontraídas do mais recente Festival Varilux do Cinema Francês.

Estrelada ainda por Sandrine Kimberlaine (premiada com o César de melhor atriz), a comédia venceu também na categoria de melhor roteiro original. Mesmo com propalada falta de embasamento em parâmetros verídicos — segundo a legislação francesa —, a fita se concentra na história de uma juíza que é solteira assumida e encabeça função na Corte francesa, recheada de profissionais gabaritados e incapazes de perdoarem pequenos escorregões de colegas.

Severa consigo e com os companheiros, a determinada Ariane evita confraternizar com colegas e carrega um forte trauma do passado. Um detalhe importante é que perde todas as rédeas, ao sinal de qualquer gota de álcool na garganta.

Pois, um dia, ela não apenas se vê grávida, como os testes médicos apontam que o pai seria Bob, notório criminoso. Fazendo graça até com elementos como o aborto, o filme tem curiosas participações, em cenas, dos diretores Gaspar Noé e Terry Gilliam.

Assista ao trailer de Uma juíza sem juízo:
 

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