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18/OUT/2017

Teoria sobre controle da capacidade cerebral é explorada em Lucy

Luc Besson volta às telas em boa forma, com filme estrelado por Scarlett Johansson e Morgan Freeman

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Juliana Figueiredo Publicação:29/08/2014 06:00Atualização:29/08/2014 16:29
Scarlett Johansson brilha no papel de uma mulher que adquire habilidades especiais (Universal Pictures/CB/D.A Press)
Scarlett Johansson brilha no papel de uma mulher que adquire habilidades especiais

Não seria exagero afirmar que, desde Nikita: criada para matar (1990) e Leon: o profissional (1994), o cineasta francês Luc Besson não aparecia com uma obra tão inspirada quanto Lucy, longa estrelado por Scarlett Johansson e Morgan Freeman. Assim como nos dois filmes da década de 1990, a nova trama de Besson gira em torno de uma personagem feminina forte e que, por algum motivo, acaba se tornando violenta e que protagoniza boas cenas de ação.

“Uma pessoa normal usa 10% de sua capacidade cerebral. Ela vai atingir 100%”. A premissa não é nova — outro filme recente que usou a teoria foi Sem limites, com Bradley Cooper —, mas é apenas o pontapé para um roteiro esperto que combina reflexões acerca do mundo em que vivemos com grandes doses de adrenalina. Dando continuidade aos bons papéis que tem feito no cinema, Scarlett Johansson surpreende na pele de Lucy, uma jovem inocente que é obrigada a transportar drogas dentro do seu estômago e, por acidente, começa a absorvê-las e a ganhar poderes sobre-humanos.

Saiba mais...
O filme é dividido em 10 partes: em cada uma, a capacidade cerebral de Lucy aumenta 10%, de forma que acompanhamos a transformação da personagem de forma gradual. De menina frágil e assustada a uma mulher com capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente e de não sentir dor: Scarlett tem um prato cheio para mostrar as suas habilidades em cena e não decepciona.

O ritmo acelerado do filme, estimulado pela contraposição de imagens, também é outro ponto alto da trama. Enquanto Lucy está descobrindo o seu potencial, vemos paralelamente uma palestra com o professor vivido por Freeman sobre a teoria em questão. Uma das responsabilidades do cientista é ajudar a protagonista a controlar as suas novas habilidades. A forma com que os dois decidem proceder subverte os finais fáceis e felizes dos filmes em geral.

Assista ao trailer de Lucy:
 

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