Brasília-DF,
24/JUL/2017

A pedra de paciência mostra a opressão feminina de mulheres afegãs

O cenário de caos é evidenciado nos conflitos

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Publicação:12/09/2014 06:37Atualização:11/09/2014 13:35

 (Adoro Cinema/Divulgação)


A vida de repressão, medo e angústia das mulheres afegãs é reflexo da guerra contínua em que o país se encontra. No filme dirigido por Atiq Rahimi, A pedra de paciência, ele conta a história de uma vítima do cenário de caos.


Em um quarto triste e escuro uma mulher (Golshifteh Farahani) começa uma confissão solitária a seu marido (Hamidreza Javdan), um herói sobrevivente da guerra em estado vegetativo. Ao longo dos conflitos ela fala sobre a infância, sofrimentos, solidão e sonhos. Por meio das palavras, ela procura um caminho para recomeçar a vida.


A busca pelo autoconhecimento começa após o marido ter tomado um tiro no pescoço. Dessa forma, a vítima de cerceamento se sente encorajada pela falta de interrupções e protestos e ganha coragem para encarar a vida e seus sentimentos em relação ao matrimônio.

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