Brasília-DF,
24/JUL/2017

Força sobrenatural e acontecimentos anormais encabeçam Livrai-nos do mal

A coisa fica engraçada quando o demônio passa a se comunicar com as vítima com canções da banda The Doors

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Yale Gontijo Publicação:19/09/2014 06:50Atualização:19/09/2014 12:09

 (Adoro cinema/Reprodução)

Muita coisa acontece em Livrai-nos do mal. E provavelmente esta dispersão é o pior inimigo da boa execução de um filme dedicado ao terror clássico. O título não deixa espaço para dúvidas: este é mais um a utilizar signos religiosos para criar atmosfera de medo.


Os clichês avançam. O policial Ralph Sarchie (Eric Bana) investiga crimes estranhos causados por forças ocultas. Sarchie, que renunciou ao catolicismo logo depois da primeira comunhão, precisa reencontrar a religião se quiser desvendar os crimes e, ao mesmo tempo, salvar a esposa e a filha, também atormentadas pelo diabo.


A coisa fica engraçada quando o demônio passa a se comunicar com as vítima com canções da banda The Doors. As referências ao grupo alcançam até o visual do padre exorcista Mendonza (Édgar Ramírez), cabeludo como o vocalista Jim Morrison. Pena que a voz rouca de Morrison não seja suficiente para exorcizar a má qualidade do filme. Deus nos livre!

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