Documentário Sem pena expõe as fragilidades do sistema carcerário no país
O filme de Eugênio Puppo foi eleito o melhor filme pelo júri popular no último Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Publicação:03/10/2014 07:00Atualização: 03/10/2014 11:02
O fim de semana é marcado pela chegada de dois documentários nacionais às telonas. O trabalho de Eugênio Puppo Sem pena expõe as fragilidades do sistema carcerário no país. Eleito melhor filme pelo júri popular no último Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o longa investiga o que há por trás de alguns crimes e questiona a dificuldade de obtenção de direitos por parte dos presos.
Ao todo, foram quatro anos de apuração para abordar os envolvimentos de Sobel com a política brasileira, além de episódios polêmicos, como a morte do jornalista Vladimir Herzog e o furto das gravatas, em 2007.
Sem pena foi premiado recentemente no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
O fim de semana é marcado pela chegada de dois documentários nacionais às telonas. O trabalho de Eugênio Puppo Sem pena expõe as fragilidades do sistema carcerário no país. Eleito melhor filme pelo júri popular no último Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o longa investiga o que há por trás de alguns crimes e questiona a dificuldade de obtenção de direitos por parte dos presos.
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Já A história do homem Henry Sobel conta a trajetória do rabino americano que escolheu o Brasil para viver há mais de 40 anos. Com direção de André Bushtsky, o filme traz depoimentos de amigos, jornalistas e personalidades, como o apresentador Luciano Huck, que de certa forma são ligados à história de Sobel. Ao todo, foram quatro anos de apuração para abordar os envolvimentos de Sobel com a política brasileira, além de episódios polêmicos, como a morte do jornalista Vladimir Herzog e o furto das gravatas, em 2007.