Brasília-DF,
23/OUT/2017

Amor, plástico e barulho surpreende com atuação de atores jovens

O filme nfiltra-se nos bastidores de produção da música brega para apresentá-los sem afetação ou filtros de sofisticação

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Yale Gontijo Publicação:23/01/2015 09:30

Atrizes proporcionam um verdadeiro duelo de talento na tela (Aroma Filmes/Divulgação)
Atrizes proporcionam um verdadeiro duelo de talento na tela

A primeira ficção em longa-metragem da pernambucana Renata Pinheiro (diretora do documentário Praça Walt Disney), Amor, plástico e barulho é essencialmente tropical.

A fita infiltra-se nos bastidores de produção da música brega para apresentá-los sem afetação ou filtros de sofisticação. Vivendo na periferia de Recife, um grupo de artistas pobres produz cultura à margem da indústria.

Tudo feito com a típica autossuficiência dos gêneros marginalizados brasileiros, como o prórprio brega e o funk carioca. A trupe utiliza munição purpurinada para atingir o gosto das elites, eternamente revestidas pela negação de boa parte do espírito brasileiro.



Neste universo ao mesmo tempo festivo e competitivo, duas gladiadoras se empenham num duelo de interpretações femininas. Nash Laila é Shelly, uma iniciante com pretensões de assumir o protagonismo das apresentações da banda em que Jaqueline (Maeve Jinkings) atua como cantora principal.

Maeve Jinkings (O som ao redor) prova que é uma melhores atrizes jovens do cinema brasileiro, enquanto Laila (Tatuagem) desponta como estrela do cinema autoral no Brasil.

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