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19/OUT/2017

Filme sobre Stephen Hawking, A teoria de tudo, exagera no sentimentalismo

A interpretação de Eddie Redmanyne rendeu um Globo de Ouro; confira crítica sobre o filme

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Yale Gontijo Publicação:30/01/2015 07:05
Eddie Redmanyne: interpretação sob medida para a Academia (Universal Pictures/Divulgação)
Eddie Redmanyne: interpretação sob medida para a Academia

A teoria de tudo é uma dessas cinebiografias convencionais que costumam entrar na corrida pelo Oscar apoiada por altas doses de sentimentalismo. Até o diagnóstico da esclerose lateral amiotrófica (ELA) recebido aos 21 anos com previsão de vida de apenas dois, o astrofísico Stephen Hawking era o oposto do estereótipo dos gênios das ciências exatas.

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Farrista, dorminhoco e beberrão, dedicava-se pouquíssimo aos estudos do doutorado em Cambridge até criar a primeira teoria revolucionária de muitas outras que o consagrariam. O empenho físico de Eddie Redmanyne é inclassificável. Tanto que sua interpretação de Hawking, desde a juventude até a velhice, lhe valeu um Globo de Ouro. Redmanyne coloca no corpo cada uma das limitações impostas pela doença degenerativa num esforço que Hollywood adora premiar.

Há o suficiente para informar e emocionar numa equação de resultado positivo. Hawking tornou-se um cientista pop: Gravou um álbum do Pink Floyd, dublou episódios dos Simpsons e escreveu o best-seller Uma breve história do tempo.

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