Brasília-DF,
22/OUT/2017

Romance O destino de Júpiter, de Andy e Lana Wachowski, é uma das estreias

Mila Kunis e Channing Tatum estrelam o longa que conta uma história entre dois mundos

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Vinicius Nader Publicação:06/02/2015 07:00Atualização:05/02/2015 12:44

Casal promissor não decola em trama rasa e sem emoção (Warner Bros/Divulgação)
Casal promissor não decola em trama rasa e sem emoção

Channing tatum e Mila Kunis parecem ter sido feitos sob medida para estrelar uma comédia romântica das boas. Mas não é o que acontece com o insosso O destino de Júpiter. Espécie de romance espacial, o longa de Andy e Lana Wachowski não decola nem convence com o roteiro que leva pitadas de ficção científica e efeitos 3D batidos.


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Embora seja de Mila a personagem que dá título ao filme, é Tatum quem rouba a cena no papel de um guardião mutante na Terra que recebe a missão de proteger a moça do clã Abrasax, que descobre que Júpiter é, na verdade, a reencarnação da matriarca e que, por direito, é dona do planeta.

 

Como uma Cinderela, Júpiter acorda todos os dias às 4h45 e amaldiçoa a vida que leva como faxineira e imigrante ilegal nos EUA. Ela chega a citar a princesa da Disney, mas apenas a fase Gata Borralheira ("só me lembro de Cinderela dançando com ratos").


Sua vida dá uma guinada quando Caine (Tatum) aparece para salvá-la, como se fosse um príncipe encantado, por quem ela se apaixona. Como um passe de mágica, o promissor casal deveria fazer sumir este filme do currículo.

 

 

 

Tags: celular

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