Brasília-DF,
27/MAI/2017

Tomorrowland: otimismo e sonho são armas contra a destruição do mundo

Em um cenário apocalíptico, casal tenta salvar o planeta destruído por catástrofes naturais e corrupção

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Vinicius Nader Publicação:05/06/2015 08:00Atualização:05/06/2015 09:00

 

Futuro previsto pela Disney tem ares de Os Jetsons (Disney/Divulgação)
Futuro previsto pela Disney tem ares de Os Jetsons

Sim, o mundo tem salvação e as principais armas contra a destruição são o otimismo e o sonho. Bem no estilo Disney e feita sob medida para a Sessão da tarde, essa é a mensagem do novo filme de Brad Bird (vencedor do Oscar por Ratatouille e Os incríveis).

Frank (George Clooney, no mesmo tom de Os descendentes) e Cassey (Britt Robertson) têm visões diferentes sobre o futuro. Enquanto ele aposta num cenário assustador — e bastante crível — com direito a escassez de água, catástrofes naturais e corrupção, a jovem menina que adora inventar coisas acredita em um panorama muito mais agradável e divertido que parece ter saído de uma cena de Os Jetsons.

Mais do que consertar o mundo, ela tem outra missão: convencer o resignado Frank de que “é difícil ter ideias e fácil desistir delas” e que, por isso, ele não podia deixar passar a chance de melhorar o futuro, para onde eles vão com a ajuda de um botton mágico.

Cada um a seu modo, eles contarão com a ajuda de uma garota-robô que tem tiradas engraçadas e que escolheu os dois para garantir que o mundo não acabe justamente por eles serem sonhadores.

Além do roteiro previsível, mas redondo, chamam a atenção os cenários das viagens de Frank e Cassey para o futuro. São imagens belas, embora às vezes pareçam um tanto estereotipadas, que renderiam bons efeitos 3D. Um futuro perfeito para quem sonha acordado.

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