Brasília-DF,
24/NOV/2017

A escolha perfeita 2 traz grupo à capela em busca de redenção

No entanto, as novidades no elenco comprometem a harmonia do filme

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Anna Beatriz Lisbôa - Especial para o Correio Publicação:14/08/2015 06:01Atualização:14/08/2015 14:02
 (Universal Pictures/Divulgação)

Justo quando declaravam a morte dos musicais no cinema, A escolha perfeita (2012) arrecadou improváveis US$ 115 milhões em todo o mundo, provando que a combinação de sucessos pop do momento com humor em um filme protagonizado por mulheres pode ser lucrativa. A estreia de A escolha perfeita 2 reforçou a tese, com uma bilheteria de US$ 284 milhões em todo o mundo, já garantindo a terceira aventura do grupo vocal liderado por Anna Kendrick.

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Enquanto o primeiro filme apostava na afinação e na sincronia cômica de suas protagonistas — em especial o quarteto formado por Kendrick, Rebel Wilson, Brittany Snow e Anna Camp —, o segundo coloca as Bellas de Barden em patamar global. Após mais um vexame, elas perseguem a redenção em uma competição internacional de grupos à capela.

Confira as sessões do filme aqui

Neste momento, o filme acaba reproduzindo, de maneira inesperada, o clima de Rocky IV — quando as americanas confrontam seus rivais alemães, que mais parecem saídos de detrás da cortina de ferro. Mais altos, loiros e tecnológicos, Das Sound Machine é o Dolph Lundgren à capela. O anacronismo é curioso, mas não incomoda tanto quanto a dinâmica do elenco principal, menos harmonioso do que no primeiro filme.

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