Brasília-DF,
22/AGO/2017

Cine Brasília exibe mostra de clássicos restaurados franceses

O projeto reúne sete anos de produção do cinema europeu

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Publicação:21/07/2016 06:00Atualização:20/07/2016 18:18

'A grande ilusão' conta a história de prisioneiros no campo de batalha durante a Primeira Guerra Mundial  (Reprodução )
'A grande ilusão' conta a história de prisioneiros no campo de batalha durante a Primeira Guerra Mundial

Obras de Jean Renoir, François Truffaut e Robert Bresson são tema da mostra Clássicos restaurados franceses. Em cartaz no Cine Brasília, filmes como A grande ilusão, O último metro e O batedor de carteiras prometem uma viagem entre narrativas icônicas do cinema francês. Os filmes abrangem sete décadas de produção e oferecem um resumo histórico da arte cinematográfica européia. 

 

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira, dia 21 de julho

19h - A Grande Ilusão (La grande illusion), França, 1937, drama, 108 min, classificação 14 anos, com: Jean Gabin, Marcel Dalio, Pierre Fresnay) dir: Jean Renoir
Sinopse:  Durante a Primeira Guerra Mundial, num campo de prisioneiros na fronteira franco-alemã, as dificuldades levam homens antes inimigos a se unirem. Os gestos de solidariedade prevalecem sobre o conceito de nacionalidade e razões políticas. As ligações entre os dois oficiais inimigos parecem mais fortes que as de soldados de um mesmo exército.

Sexta-feira, dia 22 de julho


19h – O Batedor de carteiras (Pickpocket, França, 1959, drama, 75 min, classificação 14 anos, com: Martin LaSalle, Marika Green, Pierre Leymarie ), dir: Robert Bresson.
Sinopse: Michel começa a bater carteiras por dinheiro, depois por prazer e adrenalina, até o estranho hobby tornar-se um vício. Preso, ele reflete sobre o assunto, pensa na família e na namorada, Jeanne, mas por fim a obsessão fala mais alto e ele volta ao crime – agora muito mais habilidoso.

 

'O Batedor de carteiras' conta o drama de Michel, viciado em bater carteiras  (Reprodução )
'O Batedor de carteiras' conta o drama de Michel, viciado em bater carteiras
 

 

Sábado, dia 23 de julho

17h - Carrossel da esperança (Jour de Fête, França, 1949, comedia, 77min, classificação 10 anos, com: Jacques Tati, Paul Frankeur, Guy Decomble), dir: Jacques Tati.
Sinopse: Uma vez por ano, uma feira traz, para o pequeno vilarejo de Sainte-Sévère, no interior da França, atrações como um cinema ambulante. Numa das sessões, François, o carteiro do local, assiste à projeção de um documentário sobre o serviço postal norte-americano e decide colocar o método em prática para fazer o correio chegar mais rápido.

19h - O demônio das onze horas (Pierrot le Fou, França/ Itália, 1965, drama policial, 105 min, classificação 14 anos, com: Anna Karina, Jean-Paul Belmondo), dir: Jean-Luc Godard.
Sinopse: Casado com uma italiana e entediado com sua vida na alta sociedade, o professor espanhol Ferdinand foge em direção ao sul com Marianne, após um cadáver ser encontrado na casa dela. Eles caem na estrada e deixam um rastro de roubos por onde passam.

 

'O demônio das onze horas' relata a história de um professor que foge da cidade após achar um cadáver em  casa  (Reprodução )
'O demônio das onze horas' relata a história de um professor que foge da cidade após achar um cadáver em casa
 

 

Domingo, dia 24 de julho

17h30 - Zero de conduta (Zéro de conduite, França, 1933, comédia damática, 47 min, classificação livre, com: Louis de Gonzague, Raphaël Diligent, Jean Dasté), dir: Jean Vigo.
Sinopse: De volta aos tempos de escola num colégio do interior: as bagunças dentro do dormitório, a punição severa, a recreação, o estudo indisciplinado e os confrontos com a administração. Uma noite os garotos internos decidem se libertar da autoridade dos adultos e uma revolta arrebenta. Esta é a obra mais autobiográfica de Jean Vigo.

 
19h - O último metro (Dernier métro, França, 1980, drama, 130 min, classificação 12 anos, com: Catherine Deneuve, Gerard Depardieu), dir: François Truffaut.
Sinopse: Em 1942, Marion Steiner, atriz, retoma a direção do teatro Montmarte que seu marido, um judeu alemão, teve de abandonar. Como primeiro espetáculo, ela monta uma peça que seu marido deveria dirigir. Lucas Steiner, no entanto, não pode sair de Paris e está escondido num porão do próprio teatro transformado em quarto. E é dali que secretamente dá continuidade ao seu trabalho de direção.


Segunda-feira, dia 25 de julho


19h -  O desprezo (Le mépris, França, 1963, drama, 100min, classificação 14 anos, com: Brigitte Bardot, Michel Piccoli, Fritz Lang), dir: Jean-Luc Godard.
Sinopse: Paul Javal é um roteirista que planeja ir a Roma trabalhar em uma adaptação da obra A Odisséia, que contará com a direção de Fritz Lang. Enquanto decide os últimos detalhes para aceitar o trabalho, sua relação com a esposa, Camille, começa a desabar, em um jogo de paixão, ciúmes e desprezo.

 

O longa 'O desprezo' conta a história de um roteirista que planeja trabalhar em uma adaptação de 'A Odisséia' (Reprodução )
O longa 'O desprezo' conta a história de um roteirista que planeja trabalhar em uma adaptação de 'A Odisséia'
 

 

Terça-feira, dia 26 de julho


19h - French Cancan (França, 1955, comedia dramática, 115 min, classificação 12 anos, com: Jean Gabin, Françoise Arnoul, María Félix), dir: Jean Renoir.
Sinopse: Danglard é o diretor de uma casa de espetáculos em Montmartre: o Paravent Chinois. Sua amante, uma atriz chamada de Belle Abbesse, é a estrela do lugar. Para atrair uma clientela burguesa, ele decide relançar uma dança fora de moda, o cancan, e construir um novo estabelecimento: o Moulin Rouge. E lá, graças aos sentimentos do príncipe Alexandre, a jovem lavadeira Nini se tornará uma nova estrela.

Quarta-feira, dia 27 de julho


19h - Van Gogh ( Franca, 1991, drama,159min., classificação 16 anos, com: Jacques Dutronc, Bernard Le Coq, Elsa Zylberstein), dir: Maurice Pialat.
Sinopse: Dramatização das últimas semanas do lendário pintor Van Gogh. No final da primavera de 1890, o artista se muda para Auvers-sur-Oise, hospedando-se sob os cuidados do Dr. Gachet. Acompanhamos seu desenvolvimento amoroso com a filha do Dr. Gachet e seu relacionamento conturbado com seu irmão, Theo. Com uma linda fotografia que remete às obras de Renoir e Manet, Pialat realiza um fascinante retrato da vida do pintor. Vencedor do César de Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor (1992).

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