Brasília-DF,
27/JUN/2017

Trajetória da carreira de Brian De Palma é tema de documentário

A carreira do cineasta, com altos e baixos, já tem mais de meio século

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Ricardo Daehn Publicação:25/11/2016 06:45Atualização:24/11/2016 17:30

Brian De Palma fala sobre o processo criativo em documentário (Gabriel Bouys/Divulgação)
Brian De Palma fala sobre o processo criativo em documentário

Altos e baixos caracterizam a obra de Brian De Palma; ele não apenas é ciente disso, mas ainda faz questão de escancarar os bastidores dessa carreira que já atravessa meio século. Pelas mãos dos diretores do documentário De Palma, os habilidosos Noah Baumbach (A lula e a baleia) e Jake Paltrow (Sonhando acordado), para deleite dos cinéfilos e para quem gosta de entender processos de narração, o diretor, celebrado desde os revolucionários anos 1970, adota tom de bate-papo.

 

 

 

Temas espinhosos dos bélicos Pecados de guerra (1989) e Guerra sem cortes (2007), com os ditos “estupros de nações”, entregam o grau de franqueza do cineasta de Scarface e Vestida para matar.

 

Confira as sessões do documentário. 

 

Narrador nato, De Palma dá colorido acentuado a cada factóide que abraça: ri dos erros de terceiros, nas releituras do clássico Carrie, a estranha (1976); diverte-se com as pretensões juvenis sessentistas, conta da guarida dada pela impiedosa crítica Pauline Kael e fala das loucuras, em cena, de Sean Penn em filmes como O pagamento final. No mais, é reclinar e aproveitar as aulas de abordagem imagética decifradas pelo mestre de Dublê de corpo e Os intocáveis.

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