Brasília-DF,
22/JUN/2017

'Eu não sou seu negro' traz o processo de aceitação dos negros

O longa é narrado por Samuel L. Jackson

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Ricardo Daehn Publicação:17/02/2017 06:09
A temática política domina os documentários indicados ao Oscar  (Imovision/Divulgação)
A temática política domina os documentários indicados ao Oscar


Crítica Eu não sou seu negro 3 ESTRELAS


Junto com os longas O.J.: Made in America e A 13ª emenda, o mais novo filme do haitiano Raoul Peck, Eu não sou seu negro, formata uma das listas mais politizadas, na categoria dos finalistas ao Oscar de melhor documentário de todos os tempos.
 
 
Promovendo um verdadeiro sacode no público, ele se apropria do discurso cru do poeta e ensaísta James Baldwin,  autor dos manuscritos intitulados Remember this house, para confirmar que, passados 30 anos da morte de Baldwin, pouco foi mudado com relação à intolerância racial nos Estados Unidos.
 
 
 
Com um caráter muito reflexivo, a narrativa (sob o comando de Samuel L. Jackson) enfatiza a responsabilidade dos representantes do povo no processo de maturidade e de aceitação dos negros como cidadãos comuns. 
Entre outras coisas, chama a atenção o discurso inclusivo e refratário sobre representação na indústria de consumo dos negros na história americana. Balizado pelo pensamento solidificado, na exposição midiática, por personalidades como Martin Luther King, Malcolm X e Medgar Evans, Raoul Peck ainda dá relevância à adesão de ícones hollywoodianos como Marlon Brando e Charlton Heston à causa universal de empoderamento de todos.


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