Brasília-DF,
17/AGO/2017

Documentário brasileiro retrata a vida de um jovem que deseja ingressar à vida circense

Dirigido por Paula Gomes, Jonas e o circo sem lona estreia nos cinemas

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Ricardo Daehn Publicação:17/03/2017 06:05Atualização:16/03/2017 18:11
No fundo do quintal, o adolescente Jonas pretende desenvolver a arte circense, no documentário de Paula Gomes (Haroldo Borges/Divulgação)
No fundo do quintal, o adolescente Jonas pretende desenvolver a arte circense, no documentário de Paula Gomes
 
Arte que, para muitos, ficou defasada, as peripécias do picadeiro talvez melhor tenham sido encerradas num clássico de Federico Fellini, no documentário de enorme apelo pessoal Os palhaços (1970). Mas o que seria do circo sem as crianças e vice-versa? Mais do que isso, em Jonas e o circo sem lona, a diretora Paula Gomes disseca sonhos, num exame de começo de vida e de maturidade para o soteropolitano Jonas Laborda.
 
 
Brincando de circo, ele leva o espaço caseiro, de fundo de quintal, muito a sério, prezando a tradição que vem de família. Responsável apenas na galhofa e interessado na arquitetura de espetáculos viáveis, de pequena estrutura, Jonas tem certo descaso pelos estudos, ao tempo em que idealiza tomar parte de alguma trupe profissional.
 
O esbarrar na realidade, com coleguinhas nada profissionais (escalados para ensaios e afins), faz parte da trajetória do jovem Jonas, que na vida e nos registros do filme, amarga o esfacelamento da velha cantiga que exalta o “depende de nós, que o riso esteja no ar sem que a gente precise sonhar”. A visão de que nem tudo pode ser controlado está entre os duros aprendizados do traquinas Jonas. Um filme sobre as dores do crescimento.
 
Assista ao trailer
 
 

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