Brasília-DF,
22/SET/2017

De romance a ficção: cinco filmes que chegam aos cinemas

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Publicação:31/03/2017 06:00Atualização:30/03/2017 17:48
 (Academia de Filmes/Divulgação)
 

 

Eu te levo

O drama nacional traz Anderson Di Rizzi e Rosi Campos sob a direção de Marcelo Müller. De luto pela morte do pai, Rogério (Anderson Di Rizzi) é obrigado a amadurecer — ainda que tardiamente. Agora, é dele e da mãe Marta (Rosi Campos) a tarefa de cuidar da loja e dos sonhos herdados e também dos paralisados pelo pai e marido. A trilha sonora, recheada de punk e rock, combina bem com o momento de questionamento e mudança pelo qual passam os personagens.


 

O espaço entre nós

 (Reprodução/Internet)
 
 
A vida em outros planetas sempre rende roteiros para cinema. Aqui, Gardner Elliot (Asa Butterfield) é o primeiro humano a nascer em Marte. Numa jornada inversa à que sonhamos hoje em dia, Elliot quer conhecer a Terra e vem passar uma temporada por aqui. O motivo é o amor. O jovem se corresponde, pela internet, com a terráquea Tulsa (Britt Robertson) e quer conhecer a moça pessoalmente.


 

Mulheres do século 20

 (Reprodução/Internet)
 

 

Indicado ao Oscar de roteiro original e estrelado por Annette Bening, Mulheres do século 20 é uma espécie de cinebiografia do diretor e roteirista Mike Mills. Dorothea (Annette Bening) é uma mulher angustiada pela velhice, que bate à porta, e pela solidão. O abismo que cerca ela e o filho adolescente, Jamie (Lucas Jade Zumann), é cada vez maior. A casa enorme onde moram acaba sendo palco de morada também para os inquilinos Abbie (Greta Gerwig) e William (Billy Crudup). Ela e a amiga de Jamie, Julie (Elle Fanning), acabam salvando a vida de Dorothea de um completo marasmo.
 

 

O ornitólogo 

 (Reprodução/Internet)

 

Exibido e premiado como a melhor direção do festival de Locarna do ano passado, esta coprodução entre Brasil, França e Portugal apresenta um homem que, aos 40 anos, viaja a bordo de um caiaque pelo curso de um rio. A correnteza o derruba e ele acaba tendo uma viagem cheia de descobertas em meio à fauna e à flora locais. Para completar, ele encontra duas meninas chinesas que pensam estar na Espanha e ainda se envolve em rituais religiosos e folclores.

 
 

Os belos dias de Aranjuez

 (Reprodução/Internet)
 

 

O diretor Wim Wenders está de volta com este drama que se passa ao Norte da França. Das laudas que virarão um romance é que saem os diálogos acompanhados pelo público. Um homem e uma mulher, ainda sem nome, marcam um encontro num jardim suspenso. Os assuntos abordados pela dupla passam por amor, sexualidade e a existência. O filme, cujo roteiro é adpatado de peça teatral homônima escrita por Peter Handke, é a terceira incursão de Wenders pela tecnologia 3D.
 

 

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