Brasília-DF,
19/AGO/2017

Crítica: 'Mulher-Maravilha' é a salvação do universo DC

Longa da heroína é o primeiro acerto da nova franquia de filmes de heróis da empresa

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Adriana Izel Publicação:02/06/2017 06:00Atualização:01/06/2017 17:29
O longa-metragem mostra a origem de Diana e seu treinamento ao lado das Amazonas
 (Warner Bros/Divulgação)
O longa-metragem mostra a origem de Diana e seu treinamento ao lado das Amazonas
O filme Mulher-Maravilha chegou aos cinemas com uma grande responsabilidade: recolocar o universo DC em destaque após os desastres de Batman vs. Superman: A origem da Justiça e Esquadrão suicida.
 
Sob o comando da diretora Patty Jenkis, o filme é uma apresentação da heroína Mulher-Maravilha e começa mostrando Diana ainda na infância sonhando em se tornar uma amazona ao lado da mãe Hipólita (Connie Nielsen) e da tia Antíope (Robin Wright). 
 
Confira as sessões para o filme em 2D e em 3D
 
Já adulta (interpretada por Gal Gadot), ao ser treinada pela tia, ela se depara com um poder desconhecido, que abre a proteção da Ilha das Amazonas, onde o avião do capitão Steve Trevor (Chris Pine) cai durante uma fuga após roubar um caderno com a principal arma do exército alemão. Percebendo seu valor e das amazonas para o fim da guerra dos humanos, Diana resolve acompanhar Trevor até Londres com o objetivo de encontrar Ares, o deus da guerra.
 
 
 

 
Apesar de ser um filme de apresentação, o que costuma ser mais lento, Mulher-Maravilha acerta no ritmo e na fórmula. O longa tem a dose certa de  humor, ação, romance, história e, claro, empoderamento feminino. Gal Gadot oferece uma Diana forte, empoderada, a heroína que o espectador merece e que a DC precisa para se recompor no embate com a Marvel. Mulher-Maravilha conseguiu escapar em grande parte da “Zack Snyderização”, saindo do visual sombrio de Batman vs. Superman e sobrevivendo sozinho, com apenas uma pequena menção ao universo DC.
 
Em alguns momentos,  Mulher-Maravilha parece um mix de Thor, quando apresenta a Ilha das Amazonas, com Capitão América, por conta da relação com a guerra. Mas isso não é um defeito. Muito pelo contrário, o primeiro filme da heroína consegue ser melhor do que os respectivos longas de apresentação dos dois heróis da Marvel. Finalmente, ponto para DC.
 

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