Brasília-DF,
18/OUT/2017

'Z - A cidade perdida' mostra diálogo entre colonizadores britânicos e indígenas

O longa é estrelado por Charlie Hunnam e Sienna Miller

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Divirta-se mais - Correio Braziliense Publicação:02/06/2017 06:01Atualização:01/06/2017 17:25

Percy Fawcett é um explorador que defende os índios em 'Z - A cidade perdida' (Reprodução/Internet)
Percy Fawcett é um explorador que defende os índios em 'Z - A cidade perdida'

 

Estamos no início do século 20 e os exploradores britânicos Percy Fawcett (Charlie Hunnam), Henry Costin (Robert Pattinson) e Jack Fawcett (Tom Holland) estão na Amazônia em busca de uma civilização evoluída que teria tido espaço por ali. Assim é Z – A cidade perdida, novo filme de James Gray e que traz Sienna Miller no elenco.

 

 

 

A trajetória do trio não é das mais fáceis. A comunidade científica não dá o menor crédito para as pesquisas deles. Os índios não acham nada legal ter as terras invadidas por exploradores brancos. E para piorar: o local onde estaria tal civilização simplesmente desaparece após algumas visitas.

 

O cinema americano está acostumado a retratar progressistas dispostos a dizimar os índios, caso seja preciso dentro das ambições deles. Mas em Z – A cidade perdida não é assim. Fawcett defende os nativos, busca um diálogo com eles e diz aos cientistas britânicos e americanos que os índios são os verdadeiros donos das terras amazônicas. Longe de ser um herói pró-indígenas (o que ele quer na verdade é ter aliados na procura pela cidade Z), Fawcett não medirá esforços para achar a própria Eldorado e provar para todos quem estava com a razão desde o início.

 

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