Brasília-DF,
18/OUT/2017

Crítica: Filme 'A mulher do pai' traz cenário gaúcho

O longa tem direção de Cristiane Oliveira

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Ricardo Daehn Publicação:23/06/2017 06:01Atualização:22/06/2017 16:39

A fotografia de 'Mulher do pai' foi premiada no Festival do Rio (Vitrine/Divulgação)
A fotografia de 'Mulher do pai' foi premiada no Festival do Rio

O cinema ambientado ao sul do Brasil rendeu preciosidades do naipe de Os famosos e os duendes da morte (2009) e A intrusa (1979). Faltava uma representação mais efetiva da mulher gaúcha, por vezes, reprimida ou acuada, diante de impositivas normas conservadoras. A lacuna é preenchida por Mulher do pai.

 

 

Sem ser panfletária, a diretora Cristiane Oliveira desenvolve nas telas a personagem da jovem Nalu (Maria Galant). A adolescente pouco ouve, além de cobranças, na convivência com o pai, Ruben (Marat Descartes).

 

Veja a programação de A mulher do pai 

 

Rudimentos de um complexo de Electra entram em cena à medida que o pai, cego, atenta para o aflorar da sexualidade da filha. Entre paisagens captadas com primor pela fotografia de Heloísa Passos (premiada no Festival do Rio, ao lado da diretora e da atriz coadjuvante Verónica Perrotta), Cristiane Oliveira domina a narrativa. 

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