Brasília-DF,
18/DEZ/2017

'Columbus' retrata amor, arquitetura e problemas familiares

Longa conta a história de dois jovens sem grandes perspectivas para o futuro

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Correio Braziliense Publicação:15/09/2017 06:00Atualização:14/09/2017 16:45
Jovens são ligados pela preocupação com o futuro em Columbus
 (Reprodução/Internet)
Jovens são ligados pela preocupação com o futuro em Columbus

O futurismo, vertente tão em voga atualmente, dá o tom de Columbus, título que marca a estreia do videomaker sul-coreano Koganda no cinema. Para o primeiro longa, o diretor foi buscar inspiração no filme Era uma vez em Tóquio (1953), de Yasujirô Ozu.
 
Na cidade americana que batiza o filme vivem Casey (Haley Lu Richardson) e a mãe dela. O sonho da moça é se formar em arquitetura, mas ela abdica disso para cuidar da mãe, ex-viciada em metanfetamina.
  
Numa palestra sobre arquitetura, Casey conhece Jin (John Cho), filho de renomado arquiteto sul-coreano que tem um mal súbito durante o evento.
  
A angústia de ter os pais doentes une os dois jovens, que se ajudam e acabam se completando. O medo do futuro que está por vir e as ligações entre o passado de Casey e Jin acabam aproximando os dois.
 
 

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