Brasília-DF,
11/DEZ/2017

Filme '150 miligramas' questiona indústria farmacêutica

A personagem Irène Frachon relaciona o aumento de número de mortes a uso de remédios para doenças pulmonares

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Correio Braziliense Publicação:06/10/2017 06:00Atualização:05/10/2017 16:52
Irène Frachon quer mostrar que o poder da indústria farmacêutica pode ser nocivo aos pacientes (Reprodução/Internet)
Irène Frachon quer mostrar que o poder da indústria farmacêutica pode ser nocivo aos pacientes

 
A força do lobby da indústria farmacêutica é conhecida e, muitas vezes, temida por médicos de renome. O embate real de um médico francês para provar que os efeitos colaterais de um remédio prescrito para diabetes teriam levado 2 mil pacientes à morte se reflete na trajetória fictícia da pneumologista francesa Irène Frachon, ela comprou uma briga com a indústria ao associar o crescimento de número de mortes ao uso excessivo de remédios para doenças pulmonares.

 
 
O fato sai das notícias de jornal direto para as telas, em 150 miligramas, drama dirigido por Emmanuelle Berco. Na ficção, Irène é vivida por Sidse Babett Knudsen, que confere o brio necessário à médica.
 
 
Em 150 miligramas, a luta de Irène chega aos tribunais, onde ela quer mostrar que os efeitos colaterais de tal medicação levam os pacientes à morte e resvalam na vida pessoal da médica, que acaba comprometida pelo afinco com que ela se dedica aos pacientes e a essa investigação.

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