Brasília-DF,
21/NOV/2017

O Deus do trovão está de volta as telonas em uma nova aventura

Thor: Ragnarok mescla cenas de ação com humor e o resultado vem agradando fãs do universo Marvel pelo mundo

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Vinicius Nader Publicação:27/10/2017 06:00Atualização:27/10/2017 08:48
Em dupla com Valquíria, Thor tenta salvar o mundo da destruição total (Internet/Reprodução)
Em dupla com Valquíria, Thor tenta salvar o mundo da destruição total

Quatro anos depois do fracasso Thor: O mundo sombrio e seis anos após o sucesso Thor, o Deus do Trovão ganha o terceiro filme solo, Thor: Ragnarok. E, a se tomar como base a crítica internacional, o longa representa a redenção do herói nórdico. Ponto para o diretor Taika Waititi, em sua primeira incursão pelos blockbusters.
 
O papel volta a ser defendido por Chris Hemsworth na aventura que começa com Thor preso do outro lado do universo. Quem lembra do filme Doutor Estranho (2016) sabe que, nos créditos finais, Thor e o irmão Loki (Tom Hiddleston) voltam à Terra para encontrar o pai deles, Odin.
 
É desse ponto que parte Thor: Ragnarok. Mas a jornada não chega a se completar porque eles precisam voltar a Asgard o mais rápido possível para evitar a Ragnarok. O evento é como é chamada a destruição comandada por Hela (Cate Blanchett) com o intuito de destruir a terra natal de Thor.
 
Aliás, a participação de Cate no longa vem rendendo elogios à atriz, que parece se divertir a cada cena no set. O problema, aqui, é na construção da personagem dela, chamada de Deusa da Morte, aquém dos outros tipos presentes no filme.
 
A marca da Marvel, que mescla doses de ação e aventura com outras de humor e sarcasmo, está presente neste Thor. As cenas de comédia ganham mais destaque quando Thor está ao lado do irmão Loki ou do amigo Hulk (mais uma vez vivido com elogios por Mark Ruffalo). Ao trio se junta Valquíria (Tessa Thompson).
 
A presença da figura dúbia de Grão Mestre (Jeff Goldblum) chama a atenção: de aparência colorida e amigável, ele tem cenas ameaçadoras, outra marca do universo Marvel, em que os personagens nem sempre são lineares.
 
Uma característica deste longa que a crítica internacional vem exaltando é o resgate dos traços clássicos dos quadrinhos. A estética de Jack Kirby e a de Walt Simonson — dois quadrinistas de renome —  servem como guia para o neozelandês Taika Waititi em cada detalhe, do figurino às cenas de batalha.
 
Pensa que acabou?
Como manda o figurino Marvel, Thor: Ragnarok tem as já esperadas cenas pós-créditos. São duas. A primeira deixa um gostinho de Vingadores: Guerra infinita no ar. A segunda é uma piadinha entre os irmãos.
 
Confira as sessões de Thor em 2D E 3D 
 
 
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