Brasília-DF,
21/NOV/2017

Leia crítica de 'Depois daquela montanha' com Kate Winslet

'Depois daquela montanha' apresenta uma improvável história de amor

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Ricardo Daehn Publicação:03/11/2017 06:00Atualização:02/11/2017 17:21
Beau Bridges e Kate Winslet ficam isolados numa gélida montanha (Reprodução/Internet)
Beau Bridges e Kate Winslet ficam isolados numa gélida montanha
 
Pouco importam as regras de voo para o experiente ex-aviador do Vietnã interpretado por Beau Bridges em Depois daquela montanha. Num voo fretado por uma jornalista e um médico, o piloto se gaba de ser norteado pelos recursos visuais.
 
Passados 20 anos desde Titanic e lá está mais uma personagem de Kate Winslet, Alex, a postos para mais um desastre. Por quase três semanas, Alex terá a inesperada e forçada companhia de Ben (Idris Elba, de Vingadores: Era de Ultron).
 
 
 
Em princípio, Ben e Alex dormem juntos, mas, na pior das situações: estão encavalados, num avariado jatinho, passada a breve (mas monumental) cena de acidente. Enquanto ela assume o medo de que não sejam resgatados com vida, Ben se convence, a cada plano, de que “o coração não é nada além de um músculo.”
 
Além de feridos, os protagonistas estão jogados numa gélida montanha, é natural que venham a estreitar laços. “Não sobreviveria sem mim”, enfatiza, num determinado momento, Ben. Jogo de culpas, filosofias rasteiras e breves cenas de ação se mesclam na trama, cada vez mais distanciada do cinema e delongada como numa série.

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