Brasília-DF,
25/ABR/2018

Crítica: Trama francesa 'Amante por um dia' é delicada e breve

O filme conta com Esther Garrel no elenco

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Ricardo Daehn Publicação:23/03/2018 06:00Atualização:22/03/2018 19:09
As várias camadas do amor são mostradas no francês 'Amante por um dia' (Reprodução/Internet.)
As várias camadas do amor são mostradas no francês 'Amante por um dia'
 
 
É no preto e branco que o cinema do diretor Philippe Garrel ganha vida. Hoje em dia, mais conhecido como o pai do astro Louis Garrel, o cineasta tem carreira extensa, inciada aos fins dos anos de 1960. Entregou filmes interessantes como A fronteira da alvorada e Amantes constantes. Na equilibrada parceria com duas roteiristas e com o mago da narrativa Jean-Claude Carrière, Garrel cria uma delicada pérola: Amante por um dia.
 
 
Compacto na duração, o filme destila incontáveis camadas do amor. Numa espécie de crônica, Jeanne (Esther Garrel, irmã de Louis) se vê desprezada pelo namorado (Paul Toucang), e virá a tropeçar num incorrigível conquistador.

Mas, ante a trajetória do coração da moça, vale mesmo a passagem dela pela casa do pai Gilles (Éric Caravaca). Versado em filosofia, ele terá muito o que ensinar, na prática, ao alimentar um vacilante relacionamento com a muito jovem Arianne (Louise Chevillotte). Ciúmes, maturidade sentimental e lampejos de traições alimentam a bela e breve trama.


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