Brasília-DF,
23/JUN/2018

'Rampage: Destruição total' mostra cenário caótico e confusão no enredo

Novo longa de Brad Peyton mostra primata com mutações genéticas

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Ricardo Daehn Publicação:13/04/2018 06:00
Nem os efeitos visuais salvam Rampage: destruição total (Warner Bros/Divulgacao)
Nem os efeitos visuais salvam Rampage: destruição total
 
Prédios depredados, sistematicamente, e personagens que parecem manchas, sem muita caracterização. Com as peças dispostas no tabuleiro da narrativa de Rampage: destruição total, o espectador bem que poderia jogar — aos moldes do game do qual o cinema se apropria —, mas, no máximo, ficará entediado.

A cada explosão na tela, transeuntes apelam para o corre-corre, e tudo se faz confuso. Primatologista, no enredo, Davis Okoye (Dwayne Johnson), guarda apreço pelo gorila George. 

Existe, entretanto, uma ameça gritante: uma corporação tem investido num projeto de edição genética que vai alterar toda a estrutura do mundo: agigantados, animais pendem para os moldes dos famosos monstros da Universal, tipo lobisomem, Monstro do Lago Negro e companhia. 

As três cobaias foram geridas pelos malévolos Claire (Malin Akerman) e o irmão dela Brett (Jake Lacy, de Carol), que nem sequer são explicados, e ficam perdidos no filme. 

A salvação do cenário caótico pode estar num antídoto criado pela doutora Kate Caldwell (Naomie Harris), que, ao lado do tipo durão feito por Jeffrey Dean Morgan se prova uma esperança válida. Entre tantos bichos descontrolados; melhor, mesmo, é (re)ver King Kong, nem que seja em remake.
 
 

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