Brasília-DF,
17/NOV/2018

'7 dias em Entebbe' leva cinema do brasileiro José Padilha a Hollywood

O longa é baseado em fatos reais

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Correio Braziliense Publicação:20/04/2018 06:01Atualização:20/04/2018 09:46
Daniel Brühl e Rosamund Pike estrelam 7 dias em Entebbe, do brasileiro José Padilha (Reprodução/Internet)
Daniel Brühl e Rosamund Pike estrelam 7 dias em Entebbe, do brasileiro José Padilha

Um voo que partiu de Tel-Aviv em Paris foi sequestrado, em julho de 1976. Depois de um pouso forçado em Entebbe (Uganda), passageiros foram liberados, sendo mantidos reféns os judeus. A liberação deles ficou condicionada à liberação de terroristas palestinos detidos em Israel, na Alemanha e na Suécia.

A história real já serviu como base para os filmes Resgate fantástico (1976), Vitória em Entebbe (1976) e Operação Thunderbolt (1977) e agora inspira 7 dias em Entebbe, incursão do brasileiro José Padilha pelo cinema estrangeiro.
 
 
Apesar de poucas sequências clássicas — com tiros e explosões —, 7 dias em Entebbe pode ser classificado como um longa de ação. O roteiro inclui tentativas de invasão do avião e de resgate dos reféns sem que as exigências dos sequestradores sejam atendidas.

A crítica internacional elogiou o fato de o filme de Padilha não escolher um lado para representar o bem o outro para ser visto como o mal.

Os personagens estão divididos também: Wilfried Böse (Daniel Brühl) e Brigitte Kuhlmann (Rosamund Pike) representam os pró-Palestina, enquanto o ministro Shimon Perres (Eddie Marsan) representa o lado israelense.
 
 

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