Brasília-DF,
16/AGO/2018

Crítica: Forte desfecho redime tom novelesco da adaptação 'Querida mamãe'

Letícia Sabatella e Selma Egrei exibem boa química na versão cinematográfica de 'Querida mamãe', peça escrita por Maria Adelaide Amaral

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Adriana Izel Publicação:18/05/2018 06:15Atualização:17/05/2018 17:16
Letícia Sabatella e Selma Egrei vivem uma relação conturbada entre mãe e filha (Elo Company/Divulgação)
Letícia Sabatella e Selma Egrei vivem uma relação conturbada entre mãe e filha

 
Querida mamãe é uma adaptação de uma peça teatral de Maria Adelaide Amaral. A versão cinematográfica, que tem roteiro assinado por Jaqueline Vargas e direção de Jeremias Moreira, acompanha a médica Heloísa Queiroz (Letícia Sabatella), uma mulher infeliz no trabalho, no casamento e no âmbito familiar, e com um conflito com a mãe, Ruth (Selma Egrei) e uma relação de disputa com irmã Beth (Fernanda Viacava).


 
Em meio a todas essas frustrações, Heloísa acaba se apaixonando pela artista plástica Leda Amarante (Cláudia Missura) e, a partir daí, encontra forças para deixar o marido. Mas ela passa a lidar com o preconceito ao mesmo tempo em que precisa melhorar a relação com a mãe, que está doente.
 

O longa-metragem tem um ritmo lento, quase novelesco, o que é uma pena, já que tem dois temas muitos interessantes para discutir: a sexualidade e a relação entre mãe e filha. Inclusive, ter dois assuntos chaves é um problema para o filme, que peca ao não se aprofundar em um deles.
 
Apesar disso, os 30 minutos finais são extremamente fortes e fazem valer a pena por conta da ótima atuação e química entre Letícia e Selma. A trilha sonora também é um destaque. Ela entra para complementar a história e tem clássicos, como Fim de caso, de Dolores Duran.
 
 

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