Brasília-DF,
21/JUN/2018

Jogo de imagens do filme 'A morte de Stalin' critica o comunismo

Longa do diretor Armando Iannuci traz uma União Soviética do ponto de vista de uma comédia pastelão

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Correio Braziliense Publicação:08/06/2018 06:00

A sátira política é uma importante arma contra o comunismo em 'A morte de Stalin' (Reprodução/Internet)
A sátira política é uma importante arma contra o comunismo em 'A morte de Stalin'

 

Por mais macabro que possa parecer é de comédia pastelão o tom adotado pelo diretor Armando Iannucci em A morte de Stalin. O ano é 1953 e o cenário, uma União Soviética em polvorosa pela morte de Josef Stalin, interpretado por Adrian McLoughlin.

 

 

 

A sátira política é a arma usada por Iannucci para criticar o comunismo, atacar as execuções, o abuso sexual e as prisões em massa. Tudo isso em meio a uma disputa quase bélica pela sucessão de Stalin. Chamou a atenção da crítica internacional a quantidade de detalhes (reais) sobre a morte do líder soviético — o cadáver de Stalin numa poça de urina, por exemplo.

 

Além da sucessão, há outra discussão presente em A morte de Stalin. É a respeito da imagem que se quer passar do líder comunista e do regime soviético como um todo. Dessa forma, tudo importa: as cores das flores, a cortina, a posição do caixão no ságuão do velório.

 

Confira as sessões do filme aqui

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