Brasília-DF,
16/JUL/2018

Filme 'Hereditário' é terror comparado a clássicos por crítica americana

Para críticos, o longa protagonizado por Toni Colette e Gabriel Byrne provoca medo com sutiliza e sofisticação

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Correio Braziliense Publicação:22/06/2018 06:02Atualização:21/06/2018 17:00
O longa 'Hereditário' teve excelente acolhida pela crítica internacional (Reprodução/Internet)
O longa 'Hereditário' teve excelente acolhida pela crítica internacional
 
Foi grande o impacto que a estreia de Hereditário, novo filme de Ari Aster, causou na crítica norte-americana. O longa de terror estrelado por Toni Colette e Gabriel Byrne chega às telas de Brasília depois de ser comparados a clássicos como O exorcista e O iluminado.



Em Hereditário, o gênero explorado é o terror sobrenatural. A fita tem dois protagonistas: Annie  (Toni Collette) e Steve (Gabriel Byrne). Ela é uma mulher atormentada por distúrbios psicológicos que acometem não somente ela, mas a mãe, o pai e a filha. Ele, um rapaz cético, que crê cada vez mais em estudos científicos.
 

 
Quando fenômenos sobrenaturais começam a acontecer, as diferentes visões entre os dois vão tomando conta do filme e, em um certo ponto, se mostrarão não tão dicotômicas assim, apontando até para uma convergência.

Sofisticada direção de Aster vem sendo destacada como um dos pontos altos de Hereditário, que não se utiliza do batido artifício de trilha sonora característica ou de efeitos visuais que anunciam sustos. É tudo mais sutil.

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