Brasília-DF,
16/JUL/2018

Crítica: Atriz Alessandra Negrini se sobressai em comédia brasileira 'Mulheres alteradas'

Longa conta com um elenco recheado de ótimas atrizes como Deborah Secco, Alessandra Negrini, Maria Casadevall e Monica Iozzi

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Ricardo Daehn Publicação:06/07/2018 06:02Atualização:05/07/2018 17:07
Alessandra Negrini salva elenco histérico de Mulheres alteradas  (Ariela Bueno/Divulgação)
Alessandra Negrini salva elenco histérico de Mulheres alteradas

Juntas ou separadas, as personagens Leandra (Virgínia Casadevall), Keka (Deborah Secco), Sônia (Mônica Iozzi) e Marinati (Alessandra Negrini) não são apenas tagarelas, e mais do que gritam — são estridentes. Recado dado, portanto, para o espectador.

Mero passatempo, a comédia Mulheres alteradas revela, no roteiro, um empilhado de crises, seja da chegada aos 30 anos seja de casamentos, e ainda une o impasse da maturidade sem a elaboração de cenário estável. 

Temas suculentos para as tirinhas da argentina Maitena, que tem parte da perspicácia adaptada na telona pela primeira vez pela ótica do diretor estreante Luis Pinheiro.

Com roteiro de Caco Gualhardo e inclusão de animações deslocadas de Chico Zullo, o longa remexe em rancor, pena e arrependimento. A personagem de Negrini se sobressai. Num roteiro bem capenga, feito na base de colagens, a graça reside em ver mulheres raivosas que se queixam de tudo: Keka e Sônia não conseguem sentar conversar com os filhos e colocá-los para dormir. Pena que, raso, tudo resida em desavenças e histeria.
 
Confira as sessões disponívels nos cinemas de Brasília.  
 
 

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