Brasília-DF,
19/NOV/2018

Filme sobre a vida de Egon Schiele chega aos cinemas

Artista austríaco é homenageado com produção dramática de sua biografia

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Correio Braziliense Publicação:20/07/2018 06:02Atualização:19/07/2018 18:34
Os muitos amores do artista plástico Egon Schiele são retratados em filme austríaco
 (Cineart Filmes/Divulgação)
Os muitos amores do artista plástico Egon Schiele são retratados em filme austríaco

 
Se não pela curiosidade de assistir a uma coprodução entre Áustria e Luxemburgo, assistir ao drama biográfico Egon Schiele — Morte e a donzela pode valer por conhecer a vida de um dos artistas mais importantes da Áustria no século 20, Egon Schiele. O filme resgata a atmosfera dele desde o título, que remete a uma das obras mais conhecidas dele.
 
 
Noah Saavedra dá vida ao personagem-título. O caminho seguido pelo diretor Dieter Berner é o de nos apresentar ao artista por meio das musas e esposas que ele acumulou ao longo da vida. Na verdade, com as mulheres em geral — do incesto com a irmã Gerti (Maresi Riegner) à amante Wally (Valerie Pachner), passando por conquistas como Moa (Larissa Aimee Breidbach) e Adele (Elisabeth Umlauft).


 
A crítica internacional acabou divida com relação a Egon Schiele — Morte e a donzela. Isso porque o foco nos amores e desejos de Schiele acaba tirando espaço de questões como os problemas que ele teve com a Justiça e o próprio processo criativo.
Por outro lado, a atuação de Saavedra e, sobretudo, a direção de Berner vem colhendo elogios: cores quentes alternando com as frias, os movimentos de câmera, descritos como modernos e seguros.

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