Brasília-DF,
18/DEZ/2018

Crítica: 'O orgulho' traz em cena professor mordaz e diálogos afiados

Longa se equilibra entre drama e comédia

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Ricardo Daehn Publicação:20/07/2018 06:05Atualização:19/07/2018 18:30
Neila é desafiada a enfrentar uma espécie de maratona de retórica (Pandora Filmes/Divulgação)
Neila é desafiada a enfrentar uma espécie de maratona de retórica

Na pele da suburbana Neila, Camélia Jordana é um dos grandes atrativos de O orgulho, longa que mistura drama e comédia. 
 
O diretor Yvan Attal investe em debates sobre oratória, sobre o desafio de obstáculos, e ainda contorna o tema dos imigrantes na França.

Neila quer se destacar na faculdade de direito na qual brilha o professor Pierre Megard. Com sarcástico ar de carrasco, o personagem é desempenhado com desenvoltura pelo argelino Daniel Auteuil.

  
Repleto de conceitos ultrapassados a serem superados, Pierre tem a reputação extremamente comprometida, depois de, publicamente, agredir a aluna por chegar atrasada à aula.
  
Num paralelo com as difundidas gincanas de matemática, Megard é especialista no preparo de alunos para competições de retórica.
 
 
 
Com diálogos afiados, o filme curiosamente ficou de fora na competição pelo César de roteiro, sendo indicado em três outras categorias: filme, ator (Daniel Auteuil) e atriz revelação (Camélia Jordana).

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