Brasília-DF,
18/AGO/2018

Crítica: 'Todo dia' é um filme que retrata a eterna conquista do amor

Longa dirigido por Michael Sucsy cria um clima de suspense apoiado pela diversidade

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Ricardo Daehn Publicação:27/07/2018 06:03Atualização:26/07/2018 18:02

'Todo dia' é filme voltado ao público jovem  (Peter H Stranks/Divulgação)
'Todo dia' é filme voltado ao público jovem

 

Uma carreira interessante dá credibilidade ao mais novo filme do diretor Michael Sucsy, Todo dia. Sucsy tem interesse pelo extravagante e preza o esforço diário de personagens que queiram reconquistar amores do presente.

 

Num terreno mais fantasioso e aberto a interpretações juvenis, Michael Sucsy tem como cicerone e inspiração um livro best-seller escrito por David Levithan, autor já na terceira adaptação para cinema. Rhiannon (Angourie Rice) é uma das protagonistas num caso de amor de múltiplas pontas. 

 

No começo, tolera o inexpressivo namorado Justin (Justice Smith). Isso, até o momento em que percebe que, literalmente, ele pode ser outra pessoa. A mudança de comportamento faz com que Rhiannon aprofunde o espectro da percepção daqueles que a cercam.

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As novas qualidades de Justin, entretanto, acatam uma conspiração do universo: o ser humano "A" ocupa provisoriamente o corpo do namorado dela, e assim segue, se apossando, sem querer, de outros corpos. 

 

Quebrando o gênero da possessão, como algo associado a terror, o cineasta subverte expectativas, apostando nisso como um modelo de tolerância.

 

Mesmo com a deplorável atuação de Michael Cram (que faz o pai de Rhiannon), o filme se sustenta pelo reforço de aspectos da diversidade, e pela curiosidade de quem efetivamente ficará com a protagonista.

 

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