Brasília-DF,
23/OUT/2018

Confira os novos filmes que estão em cartaz nas telonas da capital

Produção nacional 'Coração de Cowboy' é um dos destaques da semana

Diminuir Fonte Aumentar Fonte Imprimir Corrigir Notícia Enviar
Correio Braziliense Publicação:28/09/2018 06:07Atualização:27/09/2018 15:25

Além de músicas inéditas, Coração de cowboy cita clássicos como Tonico & Tinoco e As Irmãs Galvão e Chitãozinho & Xororó (Youtube/Reprodução )
Além de músicas inéditas, Coração de cowboy cita clássicos como Tonico & Tinoco e As Irmãs Galvão e Chitãozinho & Xororó

 

A primeira noite de crime

A anarquia está em foco em A primeira noite de crime. O partido New Founding Fathers of America chega ao poder em Staten Island. A primeira determinação dos novos mandantes é a instituição do projeto 12 horas sem lei, pelo qual nesse período as pessoas são incentivadas a fazer o que quiserem. Quem topar participar dessa espécie de experimento social recebe US$ 5 mil. O elenco tem Marisa Tomei  à frente.  A primeira noite de crime faz parte de uma franquia, que também tem 12 horas para sobreviver: O ano da eleição e Uma noite de crime: Anarquia.

Coração de cowboy

Vira e mexe o cinema nacional se rende à onda sertaneja e leva essa música às telonas. Em Coração de cowboy é a vez de o diretor Gui Pereira se debruçar sobre esse filão. O longa conta a história do cantor Lucca (Gabriel Satter), que faz grande sucesso por conta de músicas de fácil assimilação, como Curtição no Guarujá. Mas ele mesmo não gosta do que canta. Apesar do sucesso, do dinheiro e da fama, ele acaba brigando com a empresária dele, Iolanda (Françoise Forton), e voltando às origens, cantando mais músicas românticas. Nesse resgate ele também se reconecta com o pai e com a primeira namorada. Além de músicas inéditas, Coração de cowboy cita clássicos como Tonico & Tinoco e As Irmãs Galvão e Chitãozinho & Xororó com a indefectível Evidências.

A moça do calendário

A diretora Helena Ignêz vai buscar no tropicalismo e na vanguarda dos anos 1960 as cores para A moça do calendário, filme em que dirige André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla e Mario Bortolotto. O mecânico Inácio (André Guerreiro Lopes) é de família rica, mas por não se dar bem com os parentes, trabalha numa oficina onde é explorado pelo chefe. Solitário, Inácio tem vários “encontros imaginários”, seja para bater papo com colegas de trabalho, seja na paixão platônica pela garota do calendário vivida por Djin Sganzerla. Entre um número musical e outro, Helena Ignês discute temas contemporâneos como a reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer e a volta do ex-presidente Lula ao cenário das eleições.

Marcha cega

No documentário Marcha cega, Gabriel Di Giacomo mostra a ação policial nas manifestações que movimentaram o Brasil em junho de 2013. O longa se centra na cidade de São Paulo. A postura adotada pelo filme é de denúncia de abuso da violência e do uso de gás lacrimogêneo para conter os manifestantes. Gabriel vai além das marchas de 2013 e mostra que o mesmo aconteceu em protestos contra a Copa do Mundo em 2014, na ocupação de escolas por estudantes em 2015 e em protestos contra o impeachment de Dilma Rousseff em 2016. Para provar a tese, Marcha cega conta com depoimentos de vítimas da violência policial, advogados, socorristas e cientistas políticos.

O que de verdade importa

Paco Arango assina a direção da comédia O que de verdade importa, em que o protagonista Alec Bailey (Oliver Jackson-Cohen) é um engenheiro que não consegue emprego, apenas bicos para consertar eletrodomésticos. Para completar, ele perdeu completamente a fé que o movia depois da morte do irmão em decorrência de um câncer. Atolado em dívidas, ele já não crê mais em nada. Até que um tio distante e rico o convida para se mudar de Londres para a Nova Escócia, no Canadá. Ele pagaria todas as dívidas de Alec e daria a ele um tempo para se restabelecer por lá. Essa viagem acaba sendo muito mais interior do que física e Alec resgata a fé e a importância da família.

Sansão

Cabelos longos, força incomensurável capaz de derrotar um leão e de exterminar um exército sozinho, apaixonado cegamente por Dalila — esse é Sansão, personagem-título vivido por Taylor James no longa-metragem de Bruce MacDonald e Gabriel Sabloff. Mas o Sansão sob medida para jovens do século 21 tem outras características também: é engraçado, malicioso (para não dizer safado), simpático e 
cativante ao extremo.

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.

CINEMA

TODOS OS FILMES [+]

EVENTOS






OK

BARES E RESTAURANTES