Brasília-DF,
19/NOV/2019

Não se engane, indicado a três Oscar, 'Guerra fria' não é um filme político

Produção retrata as idas e vindas da paixão entre Wiktor e Zula

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Ricardo Daehn Publicação:08/02/2019 06:01

Wiktor (Tomasz Kot) e Zula (Joanna Kulig) formam par romântico em 'Guerra fria'. (Opus Film/Divulgação)
Wiktor (Tomasz Kot) e Zula (Joanna Kulig) formam par romântico em 'Guerra fria'.

Talvez o grande escorregão do longa dirigido pelo polonês Pawel Pawlikowski tenha lhe escapado das mãos: está na escolha do título Guerra fria, que induz a ideia de um filme político. O foco está nas idas e vindas da paixão de Wiktor (Tomasz Kot) e Zula (Joanna Kulig), inspirada nos próprios pais de Pawel.

 

As três indicações ao Oscar coroam uma valorização anterior que incluiu de prêmio de direção em Cannes. A fotografia, um estudo aprofundado em preto e branco, é de embasbacar.

 

Confira as sessões de Guerra fria! 

 

Emotiva e na mesma medida determinada, Zula deixa o meio rural para dançar. Ela faz contraste com o frio músico Wiktor, que arrebanha o talento de Zula, tornada espécie de musa. Ora convergentes, ora discrepantes, ideologia, arte e sentimentos individuais se alinham em Guerra Fria.

 

O longa ganha fluidez, à medida que os personagens abraçam a liberdade de trânsito  e alcançam até mesmo uma Paris movida à quentura e jazz.

 

Indicações ao Oscar:

 

Melhor diretor

 

Melhor fotografia

 

Melhor filme estrangeiro 

 

Assista ao trailer de Guerra Fria

 

 

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