Brasília-DF,
24/MAI/2019

'Shazam!' faz graça com o universo dos heróis e com temas da atualidade

Filme traz referências a outros personagens da DC e filmes de sucesso

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Ricardo Daehn Publicação:05/04/2019 06:01

De forma leve, 'Shazam!' trata dos sete pecados capitais
 (Steve Wilkie/Warner Bros)
De forma leve, 'Shazam!' trata dos sete pecados capitais

Foi quase uma ameaça: Shazam! teria sido concebido aos moldes de Deadpool. Os espectadores podem respirar aliviados — os dois universos tiveram a autenticidade preservada. Ora chamado de Tempestade Humana, ora zoado como Dedo Faísca, Shazam é muito bem apresentado na telona, no filme conduzido por David F. Sandberg (do recente sucesso Annabelle 2: A criação do mal). 

 

Num roteiro humorado de Henry Gayden, há brincadeiras com outros colegas da DC: Super Homem, Batman e Aquaman não passam incólumes.

 

Basicamente, muitos personagens do longa, na superfície, abraçam o estereótipo de perdedores. Os sete pecados capitais, que fizeram história em um filme de suspense (o pesado Seven), novamente dão base para atrito entre magia combatida por magia proposto nesta aventura leve. 

 

Confira as sessões! 

 

Saído da franquia Thor, o ator Zachary Levi desempenha bem o protagonismo à frente do tipo em que Billy Batson (o esforçado ator Asher Angel) é transformado, quando repleto de força: um tiozão enturmado com patota jovem de meninos reunidos numa casa de acolhimento.

 

Baseado nas populares histórias em quadrinhos de C.C. Beck e Bill Parker, o filme trata de bullying, que alcança o amigo juvenil de Shazam, Freddy (o ótimo Jack Dylan Grazer, de Querido menino e do terror It), entre outros tópicos. Mitologia, um herói com uniforme de gosto muito contestável e jovens de atitude, como a pequena, durona e inquieta Darla (Faithe Herman, da série This is us), tornam complicada a vida do vilão Silvana (Mark Strong).

 

Confira as sessões em 3D!  

 

Puro de coração e com fonte de espírito elevada, o protagonista içado à condição de herói pelo líder do conselho dos magos (papel de Djimon Hounsou) enfrenta, ao som de Don´t stop me now e outros sucessos musicais, figuras fantasmagóricas que lembram Venon e Voldemort.

 

Para além dos efeitos, o filme vale pelo humor que envolve figuras como Gandhi, Yoda e até um autoritário Mourão (Moran, bem traduzido, para dar liga à atualidade), enxertado no corredor escolar do filme que ainda presta homenagem a Quero ser grande, clássica comédia com Tom Hanks.

 

Assista ao trailer 

 

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